When Worlds Collide
| When Worlds Collide | |
|---|---|
Cartaz Drive-in do filme | |
| No Brasil | O Fim do Mundo |
| Em Portugal | Quando os Mundos Chocam |
| Estados Unidos 1951 • cor • 83 min | |
| Gênero | ficção científica, desastre |
| Direção | Rudolph Maté |
| Produção | George Pal |
| Roteiro | Sydney Boehm |
| Baseado em | When World Collider, de Philip Wylie e Edwin Balmer |
| Elenco | Richard Derr Barbara Rush Peter Hansen John Hoyt |
| Música | Leith Stevens |
| Cinematografia | |
| Edição | Arthur P. Schmidt |
| Companhia produtora | Paramount Pictures |
| Distribuição | Paramount Pictures |
| Lançamento | 15 de Novembro de 1951 |
| Orçamento | US$ 936,000 (estimativa) |
| Receita | US$ 1.6 milhão (EUA/Canadá, 1951)[1] |
When Worlds Collide (bra: O Fim do Mundo[2][3]; prt: Quando os Mundos Chocam[4]) é um filme estadunidense de 1951, do gênero ficção científica e desastre dirigido por Rudolph Maté, com colorização Technicolor roteiro de Sydney Boehm baseado no romance When Worlds Collide, de Philip Wylie e Edwin Balmer, publicado de setembro de 1932 a fevereiro de 1933 na revista Blue Book.[5]
When Worlds Collide é um dos primeiros longa-metragem de ficção científica de alto orçamento, sua narrativa apocalíptica e a representação de um desastre global iminente estabeleceram precedentes para filmes de desastres que se seguiriam.[6][7]
Enredo
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O astrônomo sul-africano Hendron (Larry Keating) descobre que um planeta errante chamado Bellus está em rota de colisão com a Terra, trazendo consigo um satélite habitável, Zyra. O piloto David Randall (Richard Derr) é contratado para transportar documentos secretos que comprovam a catástrofe iminente para os Estados Unidos. Lá, Hendron tenta convencer a comunidade científica e o governo a construir uma nave capaz de transportar um pequeno grupo de pessoas até Zyra, mas suas advertências são recebidas com ceticismo.
Com o apoio financeiro do industrial milionário Sydney Stanton (John Hoyt), um homem ambicioso e paraplégico, o projeto da nave é iniciado. Entre os principais envolvidos estão a filha de Hendron, Joyce (Barbara Rush), e o cientista Tony Drake (Peter Hansen), que desenvolvem um romance durante os preparativos para a missão, causando tensões com Randall, que também se apaixona por Joyce.
À medida que Bellus se aproxima, a Terra começa a sofrer desastres naturais devastadores, incluindo enchentes e erupções vulcânicas. O grupo liderado por Hendron trabalha contra o tempo para concluir a construção da espaçonave, batizada de Ark. Quando o dia da destruição chega, o caos e o pânico tomam conta das instalações, com pessoas tentando invadir o local para garantir um lugar a bordo.
Nos momentos finais, Hendron sacrifica-se, ficando para trás e assegurando que os escolhidos — incluindo Joyce, Randall e Tony — possam decolar. A nave consegue escapar da destruição da Terra e pousa em Zyra, um planeta com atmosfera semelhante à terrestre. O filme termina com os sobreviventes contemplando um novo amanhecer em um mundo desconhecido, simbolizando o renascimento da humanidade.
Elenco
[editar | editar código]- Richard Derr como David Randall
- Barbara Rush como Joyce Hendron
- Peter Hansen como Tony Drake
- John Hoyt como Sydney Stanton
- Larry Keating como Dr. Cole Hendron
- Frank Cady como Harold Ferris
- Rachel Ames (creditada como Judith Ames) como Julie Cummings
Produção
[editar | editar código]Originalmente, o produtor e diretor Cecil B. DeMille considerou adaptar os romances When Worlds Collide e sua continuação After Worlds Collide quando foram publicados em formato de série na revista Blue Book em 1933. Os direitos cinematográficos foram adquiridos pela Paramount Pictures, que frequentemente colaborava com DeMille.[8]
Em 1949, foi anunciado que George Pal havia adquirido os direitos de adaptação. O filme seria dirigido por Irving Pichel, que acabara de realizar The Great Rupert para Pal e estava prestes a dirigir A Conquista da Lua para o mesmo produtor.[9] Em dezembro do mesmo ano, Rip Van Ronkel — coautor do roteiro de A Conquista da Lua — foi contratado para escrever o roteiro de When Worlds Collide.[10]
Em fevereiro de 1950, foi confirmado que o filme seria produzido pela Paramount.[11] Em agosto, Pal declarou que a produção seria a primeira de um contrato de três filmes com o estúdio, incluindo ainda The Last Man in the World e um musical.[12] (Os dois últimos nunca foram realizados.)
Quando George Pal iniciou a adaptação anos depois, pretendia produzir uma obra mais ambiciosa e com orçamento maior, mas acabou sendo forçado a reduzir o escopo do projeto.[13]
O ator Douglas Fairbanks Jr. foi inicialmente cogitado para o papel de Dave Randall, mas Richard Derr acabou sendo escalado para o papel.[7]
O artista Chesley Bonestell atuou como consultor visual do projeto.[14] Ele é creditado pelas ilustrações utilizadas no filme, incluindo o design da nave espacial Ark. A cena final, mostrando o nascer do sol no planeta Zyra, foi baseada em um esboço colorido de Bonestell. Devido a restrições orçamentárias e de tempo, o diretor optou por utilizar o esboço original em vez de uma pintura finalizada. O desenho exibe estruturas artificiais ao fundo, à esquerda e à direita de David Randall e Joyce Hendron, sugerindo a existência de uma civilização alienígena.[15][16] Uma imagem adicional de baixa qualidade, mostrando a cidade de Nova Iorque submersa, é frequentemente atribuída a Bonestell, embora não tenha sido desenhada por ele.[17]
As filmagens tiveram início em 14 de dezembro de 1950, sob direção de Rudolph Maté.[18] “Tentei tornar a história o mais realista possível”, declarou Maté. As cenas com atores foram filmadas em 27 dias, enquanto os efeitos visuais levaram o dobro do tempo para serem concluídos.[19]
O analisador diferencial da UCLA aparece brevemente no início do filme, “verificando” os cálculos manuais que confirmam a destruição iminente da Terra.[13]
O produtor George Pal chegou a considerar a realização de uma sequência baseada no segundo romance, After Worlds Collide, mas o fracasso comercial de Conquest of Space (1955) inviabilizou o projeto.[13]
Temas
[editar | editar código]When Worlds Collide aborda uma série de temas centrais que refletem as ansiedades culturais e existenciais do início da era nuclear. O filme apresenta o fim do mundo como metáfora do medo coletivo de extinção e do colapso da civilização, explorando tanto o terror diante da destruição total quanto a esperança de reconstrução em outro planeta. A ameaça cósmica — a aproximação da estrela errante Bellus e de seu planeta Zyra — simboliza forças incontroláveis que desafiam a sobrevivência humana. Nesse contexto, a narrativa destaca o contraste entre ciência e fé, unindo a racionalidade científica (representada pelos astrônomos e engenheiros que constroem a arca espacial) com elementos religiosos e simbólicos que remetem ao Gênesis e à Arca de Noé. Essa fusão entre ciência e espiritualidade reforça o caráter moral e alegórico da história, sugerindo que, diante da catástrofe, tanto o engenho humano quanto a fé são formas complementares de buscar sentido e salvação.[20]
Além do aspecto apocalíptico, o longa-metragem também reflete sobre sacrifício, desigualdade e moralidade. A seleção de um grupo limitado de sobreviventes para a viagem à Zyra levanta dilemas éticos sobre quem merece viver e quais valores prevalecem em situações extremas. O colapso da ordem social — evidenciado por tumultos e disputas — expõe a fragilidade das instituições humanas diante da crise, enquanto os protagonistas representam o ideal de coragem, altruísmo e engenhosidade tecnológica. Assim, When Worlds Collide funciona como uma parábola da era atômica, expressando tanto o medo da autodestruição quanto a crença no progresso científico e na capacidade humana de renascer após a tragédia.[21][22]
Recepção
[editar | editar código]When Worlds Collide foi analisado por Bosley Crowther, crítico do The New York Times, que observou que George Pal havia dado continuidade ao seu épico anterior, A Conquista da Lua: “[...] desta vez, o vidente científico, cujas previsões têm ao menos o mérito de serem representadas em termos visuais provocativos, oferece um consolo frio para aqueles estudiosos que o seguem. Um dos mundos que ele faz colidir é o nosso”.[23] Crowther relatou ainda que “exceto por um leve murmúrio de aplausos saudando uma aterrissagem perfeita, o sonolento público no Globe, onde o filme estreou ontem, demonstrou pouco interesse. Parecia cético e até entediado. O Sr. Pal mal nos leva até lá fora — e, desta vez, não nos traz de volta”.[23]
O escritor independente Melvin E. Matthews descreveu o filme como uma “parábola apocalíptica para a era nuclear dos anos 1950”.[24] O professor de física da Universidade Emory, Sidney Perkowitz, afirmou que When Worlds Collide foi o primeiro de uma longa série de filmes em que “a ciência, nas mãos de um cientista heróico, confronta uma catástrofe”. Ele também destacou que os efeitos especiais eram excepcionais.[25] No website agregador de críticas Rotten Tomatoes o longa-metragem tem 81% de aprovação da crítica especializada com base em 26 avaliações.[26] Apesar do alto orçamento e bilheteria é frequentemente esquecido em comparação a outras duas obras de ficção científica lançadas naquele mesmo ano - O Dia em que a Terra Parou e The Thing from Another World - especialistas creditam isso a sua "abordagem pesada a simbolismos religiosos", erros científicos e "romance cafona".[27][28][26]
O bibliotecário e cineasta Charles P. Mitchell foi mais crítico, apontando as “imprecisões científicas que enfraquecem a narrativa” e a “falta de consistência nos efeitos de primeira categoria”. Segundo ele, “o grande número de defeitos de enredo é irritante e impede que este esforço admirável alcance o status de produção de primeira linha”.[7]
Prêmios
[editar | editar código]When Worlds Collide recebeu um Oscar honorário na categoria de Melhores Efeitos Especiais durante a 24.ª cerimônia do Oscar. John F. Seitz e W. Howard Greene também foram indicados ao prêmio de Melhor Fotografia (Colorida),[29] mas perderam para Alfred Gilks e John Alton por An American in Paris.
Prêmios e indicações
[editar | editar código]| Prêmio | Categoria | Recipiente | Resultado |
|---|---|---|---|
| Oscar 1952 | Melhores efeitos visuais | Gordon Jennings, Harry Barndollar, Dick Webb | Venceu[30] |
| Melhor fotografia | John F. Seitz, W. Howard Greene | Indicado[30] |
Na cultura popular
[editar | editar código]- When Worlds Collide é um dos vários filmes mencionados na canção de abertura ("Science Fiction/Double Feature") tanto do musical teatral The Rocky Horror Show (1973) quanto de sua adaptação cinematográfica, The Rocky Horror Picture Show (1975).
O verso faz referência direta ao produtor George Pal: "But when worlds collide, said George Pal to his bride".[31]
- No longa-metragem Star Trek II: The Wrath of Khan (1982), é possível ver dois contêineres de carga identificados como "Bellus" e "Zyra" na chamada Caverna Gênesis, em alusão aos corpos celestes do filme de 1951.[32]
- Na adaptação cinematográfica de L.A. Confidential (1997), o colunista sensacionalista Sid Hudgens arma a prisão do detetive Jack Vincennes na noite da estreia de When Worlds Collide, para gerar manchetes e publicidade. A sequência mostra o personagem sendo fotografado diante do fictício El Cortez Theatre — na realidade, um antigo edifício bancário localizado em 5620 Hollywood Blvd. — redecorado como uma fachada de cinema com o letreiro exibindo o título do filme, acompanhado pela manchete “Movie Premiere Pot Bust”. A cena se passa em 1953, dois anos após a estreia real do longa.[33]
- When Worlds Collide também é o título de um álbum lançado em 1975 (cujo single relacionado é "Did Worlds Collide?") por Richard Hudson e John Ford, sendo o terceiro trabalho da dupla após sua saída da banda Strawbs.[34]
- "When Worlds Collide" é também o nome de um single da banda de metal industrial Powerman 5000, lançado em 1999 no álbum Tonight the Stars Revolt!.[35]
- No romance The Long War (2013), de Terry Pratchett e Stephen Baxter, os cientistas batizam o objeto espacial teórico que destruiu uma das Terras alternativas de “Bellos”, numa referência ao filme. A personagem Sally Linsay comenta o fato dizendo tratar-se de “alguma referência boba a um filme antigo”.[36]
Outras mídias
[editar | editar código]When Worlds Collide foi adaptado para uma história em quadrinhos por George Evans em Motion Picture Comics #110 na Fawcett Comics durante o mês de maio de 1952.[37]
O longa-metragem Impacto Profundo (1998) foi inicialmente concebido como um remake de When Worlds Collide e juntando elementos do romance The Hammer of God de Arthur C. Clarke. Entretanto a ideia foi descartada por falta de orçamento fazendo Impacto Profundo adquiriu outra temática e rumo narrativo.[38]
Foi relatado que desde 2005 o diretor Stephen Sommers quer realizar um remake de When Worlds Collide porém o projeto não saí do papel.[39]
Ver também
[editar | editar código]Bibliografia
[editar | editar código]- Hickman, Gail Morgan. The Films of George Pal. South Brunswick, New Jersey: A. S. Barnes and Company, Inc., 1977. ISBN 978-0-49801-960-9.
- Matthews, Melvin E. Hostile Aliens, Hollywood, and Today's News: 1950s Science Fiction Films and 9/11. New York: Algora Publishing, 2007. ISBN 978-0-87586-498-3.
- Miller, Ron, Chesley Bonestell, Frederick C. Durant and Melvin H. Schuetz. The Art of Chesley Bonestell. New York: HarperCollins, 2001. ISBN 978-1-85585-884-8.
- Miller, Scott. Sex, Drugs, Rock & Roll, and Musicals. Lebanon, New Hampshire: University Press of New England, 2011. ISBN 978-1-55553-761-6.
- Mitchell, Charles P. A Guide to Apocalyptic Cinema. Westport, Connecticut: Greenwood Press, 2001. ISBN 978-0-31331-527-5.
- Perkowitz, S. Hollywood Science: Movies, Science, and the End of the World. New York: Columbia University Press, 2007. ISBN 978-0-23114-281-6.
- Reginald, R. and Douglas Menville. Things to Come: An Illustrated History of Science Fiction Film. New York: Times Books, 1977. ISBN 978-0-81290-710-0.
- Sullivan, III, C. W., Tobias Hochscherf, James Leggott, Donald E. Palumbo, et al., eds. British Science Fiction Film and Television: Critical Essays, Critical Explorations in Science Fiction and Fantasy 29. Jefferson, North Carolina: McFarland & Company, 2011. ISBN 978-0-78644-621-6.
- Warren, Bill. Keep Watching the Skies, American Science Fiction Movies of the 50s, Vol. I: 1950 – 1957. Jefferson, North Carolina: McFarland & Company, 1982. ISBN 0-89950-032-3.
Referências
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- ↑ «O Fim do Mundo». Brasil: AdoroCinema. Consultado em 21 de março de 2020
- ↑ «O Fim do Mundo». Brasil: CinePlayers. Consultado em 21 de março de 2020
- ↑ «Quando os Mundos Chocam». Portugal: CineCartaz. Consultado em 21 de março de 2020
- ↑ «When Worlds Collide (1951)». American Film Institute. Consultado em 21 de março de 2020
- ↑ «The Disaster Genre in Film and TV (Definition & Examples)». No Film School (em inglês). Consultado em 15 de outubro de 2025
- ↑ a b c Mitchell, Charles P. (2001). A Guide to Apocalyptic Cinema. [S.l.]: Greenwood Publishing Group. pp. 252–254. ISBN 9780313315275
- ↑ Bliss, Michael (30 de julho de 2014). Invasions USA: The Essential Science Fiction Films of the 1950s (em inglês). [S.l.]: Bloomsbury Publishing USA. p. 156. Consultado em 15 de outubro de 2025
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- ↑ Schallert, Edwin (29 de dezembro de 1949). «'Prisoner of War' Tells Unique Saga of Conflict; Monkey to Get Break». Los Angeles Times. p. 15
- ↑ Brady, Thomas F. (15 de fevereiro de 1950). «'Quo Vadis' Role to Jean Simmons: Metro Names British Actress to Play the Part of Lygia-- McNulty Story Bought Of Local Origin». The New York Times. p. 24
- ↑ Schallert, Edwin (12 de agosto de 1950). «Fred Zinnemann Likely 'Children' Director; Pal Will Do More Thrillers». Los Angeles Times. p. 7
- ↑ a b c Warren 1982, pp. 151–163.
- ↑ Schallert, Edwin (28 de outubro de 1950). «New Find Wins Break in 'Folsom Story;' Ewell Named for 'Stumblebum'». Los Angeles Times. p. 11
- ↑ Brady, Thomas F. (21 de janeiro de 1951). «Dark Days for Independents: War Drama and a Mystery». The New York Times. p. 85
- ↑ Daugherty, Frank (13 de fevereiro de 1951). «Letter From Hollywood». The Christian Science Monitor. p. 13
- ↑ Miller, Ron; Bonestell, Chesley; Durant, Frederick C.; Schuetz, Melvin H. (2001). The Art of Chesley Bonestell. [S.l.]: Paper Tiger. p. 65. ISBN 9781855858848
- ↑ Schallert, Edwin (15 de novembro de 1950). «'Blue Veil' May Star Bette Davis; Lizabeth Scott Busy in 'Raiders'». Los Angeles Times. p. B7
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- ↑ «When Worlds Collide (1951) – Sci-Fi Saturdays». RetroZap. Consultado em 15 de outubro de 2025
- ↑ «What Inspired the Making of When Worlds Collide?». SciFiDimensions. Consultado em 15 de outubro de 2025
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- ↑ Pratchett, Terry; Baxter, Stephen. The Long War Paperback (B format) ed. [S.l.]: Corgi Books. p. 222
- ↑ Groth, Gary; Dean, Michael (9 de novembro de 2016). The Comics Journal Library: The EC Artists Part 2 (em inglês). [S.l.]: Fantagraphics Books. ISBN 978-1-60699-945-5. Consultado em 15 de outubro de 2025
- ↑ Shapiro, Mark (Maio de 1998). «"When Worlds Collide Anew (On Location for Deep Impact...)"». Starlog Group, Inc. Starlog: 73. Consultado em 15 de outubro de 2025
- ↑ Borgo, Érico (11 de abril de 2005). «O fim do mundo nas telas por Stephen Sommers». Omelete. Consultado em 25 de outubro de 2025
- Filmes dirigidos por Rudolph Maté
- Filmes de ficção científica dos Estados Unidos
- Filmes com trilha sonora de Leith Stevens
- Filmes baseados em obras de Philip Wylie
- Filmes baseados em obras de autores dos Estados Unidos
- Filmes dos Estados Unidos de 1951
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