Sabesp
| Sabesp | |
|---|---|
| Razão social | Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo S.A. |
| Empresa de capital aberto | |
| Cotação | B3: SBSP3
NYSE: SBS |
| Atividade | Saneamento básico |
| Fundação | 29 de junho de 1973 (52 anos) |
| Sede | |
| Área(s) servida(s) | |
| Presidente | Carlos Augusto Leone Piani[1][2] |
| Empregados | 10 614 (2025)[3] |
| Produtos | Serviços de abastecimento de água Serviços de esgotamento sanitário[4] |
| Acionistas |
|
| Valor de mercado | |
| Ativos | |
| Lucro | |
| LAJIR | |
| Faturamento | |
| Significado da sigla | Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo |
| Website | www.sabesp.com.br |
A Sabesp — Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo — é uma empresa de capital aberto que presta serviços de saneamento básico no estado de São Paulo. A companhia atua em 375 municípios paulistas e atende cerca de 29,9 milhões de pessoas em abastecimento de água e 27,0 milhões em coleta de esgoto.[4] Desde 2024, parte da prestação regionalizada passou a se organizar no âmbito da Unidade Regional de Água e Esgoto 1 (URAE-1 – Sudeste), conforme arranjo institucional divulgado pelo governo estadual e pela própria unidade regional.[9][10]
Criada em 1973 como empresa controlada pelo Governo do Estado de São Paulo, a Sabesp passou a ter capital aberto na década de 1990 e teve seu controle acionário transferido ao setor privado em julho de 2024, em operação realizada na B3.[11][12][13] Após a transação, o governo estadual informou manter participação minoritária de 18,3% e uma golden share (ação preferencial de classe especial).[13][12]
Na desestatização concluída em 2024, a Equatorial Energia tornou-se acionista de referência ao adquirir 15% do capital, em operação aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).[14]
História
[editar | editar código]Fundação
[editar | editar código]A Sabesp foi criada em 1973, no contexto das políticas nacionais de saneamento associadas ao Plano Nacional de Saneamento (Planasa), iniciado pelo governo federal em 1971, segundo materiais institucionais e sínteses governamentais sobre investimentos em saneamento.[15][16] No âmbito estadual, a lei que autorizou sua constituição previu a formação da companhia a partir de reorganizações e incorporações de entidades do setor, conforme o texto legal e histórico institucional divulgado pela empresa.[11][17]
Marcos históricos
[editar | editar código]Décadas de 1970 e 1980
[editar | editar código]Segundo a companhia, em 1974 o município de Botucatu foi o primeiro do interior paulista a conceder à Sabesp a prestação de serviços de saneamento; no mesmo ano, iniciou-se a operação da Estação de Tratamento de Água (ETA) Guaraú, integrante do Sistema Cantareira.[18] A implantação do Cantareira é descrita em etapas em síntese histórica da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.[19]
Ainda na década de 1970, em 1978, foi inaugurado o emissário submarino de Santos, associado à coleta e ao tratamento de esgotos no litoral paulista.[18] Nos anos 1980, foram inaugurados o reservatório-túnel Santa Tereza/Voturuá, na Baixada Santista (1981), e a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Barueri (1988).[18] Em 1984, a companhia registrou a conclusão do programa de fluoretação na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP).[18]
Décadas de 1990 e 2000
[editar | editar código]Na década de 1990, a expansão de sistemas produtores e obras de esgotamento na RMSP ocorreu em período marcado por mudanças societárias. De acordo com a Sabesp, em 1992 foi inaugurada a primeira etapa do Sistema Alto Tietê, e a companhia aderiu a convênios voltados à despoluição do rio Tietê e à recuperação da represa de Guarapiranga.[18] O Projeto Tietê é descrito pela empresa como programa de ampliação da coleta e do tratamento de esgotos na RMSP, com iniciativas a partir de 1992.[20]
Em 1997, as ações da Sabesp passaram a ser negociadas na então Bovespa.[18][21] Em 2002, a companhia informou a adesão ao Novo Mercado e a obtenção de registro na Securities and Exchange Commission (SEC), com negociação na Bolsa de Valores de Nova Iorque (NYSE) por meio de ADRs.[18] Em 2004, segundo a empresa, uma oferta pública secundária reduziu a participação do Estado no capital social total para 50,3%.[18]
Décadas de 2010 e 2020
[editar | editar código]No período posterior à crise hídrica de 2014–2017, a Sabesp registrou a execução de obras de interligação entre sistemas de abastecimento na RMSP, voltadas a ampliar alternativas operacionais entre mananciais.[18] A interligação Jaguari–Atibainha foi concluída em março de 2018, permitindo a transferência de água do rio Paraíba do Sul para o Sistema Cantareira.[22] Em 2019, foi lançado o Programa Novo Rio Pinheiros, direcionado à recuperação ambiental do rio Pinheiros.[23]
Na década de 2020, a companhia iniciou a operação no município de Olímpia após vencer concorrência pública (2023).[24] Em 2024, a empresa registrou a conclusão do processo de privatização e a redução da participação do Estado de São Paulo para 18,3% após oferta pública secundária.[13][18]
Aquisição da EMAE
[editar | editar código]Em 2025, a Sabesp divulgou negociações para aquisição de participação de controle na Empresa Metropolitana de Águas e Energia (EMAE), em operação estimada em R$ 1,13 bilhão, conforme reportagens.[25] Em janeiro de 2026, houve a aprovação concorrencial e regulatória (Cade e Aneel) para a operação e a intenção de adoção de providências societárias subsequentes, como pedido de registro de oferta pública relacionada ao controle.[26][27]
Crise hídrica de 2014–2017
[editar | editar código]A crise hídrica que afetou o abastecimento de água na RMSP a partir de 2014 ocorreu em contexto de dependência de sistemas integrados, em especial do Sistema Cantareira, que inclui a transposição de água das bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ) para a RMSP.[28] Estudos e relatórios do período discutiram, além da redução das chuvas, aspectos de planejamento e governança do sistema, incluindo regras operacionais associadas à outorga e mecanismos de gestão de risco do Cantareira.[28][29]
Plano de ação e medidas emergenciais
[editar | editar código]Durante o período crítico, a Sabesp adotou medidas operacionais e de gestão da demanda, como redução de pressão na rede e programas de incentivo à economia de água, incluindo bonificações para consumidores que reduzissem o consumo.[29][30] Em audiência pública da agência reguladora estadual, foram registrados questionamentos sobre comunicação aos consumidores e sobre a disponibilização de informações operacionais, como áreas e horários com risco de desabastecimento.[31]
Investimentos, aprendizados e medidas pendentes
[editar | editar código]No período pós-crise, análises repercutidas pela imprensa apontaram desafios para consolidar mudanças estruturais na gestão hídrica, incluindo iniciativas de reúso de água e medidas para reduzir vulnerabilidades a oscilações climáticas.[32]
CPI da Sabesp
[editar | editar código]A Câmara Municipal de São Paulo instalou, em 20 de agosto de 2014, uma CPI para apurar contratos firmados entre a Sabesp e a Prefeitura, no contexto de queixas sobre a prestação dos serviços e questionamentos sobre eficiência, fiscalização e governança contratual.[33] O relatório final registrou diligências, produção e recebimento de documentos e expedição de ofícios, além de apontar temas como perdas de água, hidrantes e obrigações contratuais associadas a investimentos e metas.[30] Também sistematizou debates sobre titularidade dos serviços, enquadramento contratual e requisitos previstos na Lei nº 11.445/2007, incluindo discussões sobre planos de saneamento e estrutura de regulação.[30]
Privatização
[editar | editar código]Contexto
[editar | editar código]A privatização da Sabesp passou a ser discutida no contexto da revisão do marco regulatório do saneamento básico introduzida pela Lei federal nº 14.026/2020, que alterou a Lei nº 11.445/2007 e estabeleceu metas de referência para universalização até 31 de dezembro de 2033.[34] No Estado de São Paulo, a lei estadual do processo incorporou diretrizes como antecipação de metas e mecanismos de financiamento e modicidade tarifária, incluindo a criação do Fundo de Apoio à Universalização do Saneamento (FAUSP).[35][36]
2023 — Tramitação legislativa e marco legal
[editar | editar código]Em 17 de outubro de 2023, o governo estadual encaminhou à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo o Projeto de Lei nº 1.501/2023 propondo autorizar medidas de desestatização; a Alesp aprovou o projeto em 6 de dezembro de 2023, e o texto foi promulgado como lei em 8 de dezembro de 2023.[37][38][39][35]
2024 — Viabilização contratual e execução via mercado (B3/CVM)
[editar | editar código]Em 2024, a viabilização envolveu ajustes no marco municipal da capital e a consolidação do arranjo de prestação regionalizada. No município de São Paulo, a Lei municipal nº 18.107/2024 alterou dispositivos do marco local e autorizou a celebração de contratos e ajustes para a prestação de serviços no modelo pós-desestatização.[40][41]
No âmbito regionalizado, o Conselho Deliberativo da URAE-1 aprovou, em 20 de maio de 2024, a celebração do contrato de concessão com a Sabesp (Deliberação nº 04/2024) e a definição da Arsesp como entidade responsável pela regulação e fiscalização (Deliberação nº 03/2024), com publicações no Diário Oficial.[42][43]
A execução foi estruturada por oferta pública secundária (follow-on) na B3, com formação de preço por bookbuilding e liquidação em julho de 2024, segundo comunicados oficiais e materiais da bolsa.[44][45][46]
Efeitos reportados e medidas associadas
[editar | editar código]A lei estadual do processo instituiu o FAUSP e previu mecanismos vinculados à modicidade tarifária e ao financiamento de ações de universalização.[35] Em modelagens regulatórias associadas ao contrato regionalizado, a Arsesp detalhou parâmetros econômico-financeiros e tratamento de aportes e subvenções em notas técnicas.[47]
No curto prazo após a operação de julho de 2024, foram registradas reduções nominais em categorias tarifárias anunciadas pela companhia, com destaque para tarifa residencial e menções a faixas sociais.[48]
Reportagens também citaram levantamento internacional comercial (Global Water Tariff Survey, da GWI) como referência para comparação de tarifas, atribuindo ao levantamento valores e variação negativa no preço da tarifa para a cidade de São Paulo no período analisado.[49][50]
Estrutura e cobertura
[editar | editar código]A Sabesp presta serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário em municípios paulistas por meio de contratos de concessão e outros instrumentos de delegação. Desde 2024, parte relevante da prestação passou a se organizar sob arranjo regionalizado (URAE-1 – Sudeste), com regulação e fiscalização atribuídas à Arsesp, conforme deliberações publicadas e documentos contratuais.[9][43][42]
Prestação regionalizada (URAE-1 – Sudeste)
[editar | editar código]No arranjo da URAE-1 – Sudeste, a Sabesp atua como concessionária com base no Contrato de Concessão nº 01/2024, celebrado entre a URAE-1 e a Sabesp, com a Arsesp como interveniente-anuente, com eficácia a partir de 23 de julho de 2024, conforme o instrumento contratual divulgado.[51] O contrato define obrigações, metas e indicadores de desempenho e abrange os municípios relacionados em anexos (Anexo I – Municípios atendidos).[52]
No âmbito regulatório, a metodologia e o ciclo de revisões tarifárias vinculados ao contrato passaram a orientar a operação nos municípios abrangidos, com revisões periódicas e reajustes anuais, conforme notas técnicas e páginas institucionais do ambiente regulatório.[53]
Contratos e concessões fora do arranjo regionalizado
[editar | editar código]Além da URAE-1 – Sudeste, a atuação pode ocorrer por instrumentos firmados diretamente com municípios, na condição de titulares locais dos serviços de saneamento. Em Olímpia, a concessão foi objeto de concorrência pública em 2023.[24]
Subsidiárias e participações
[editar | editar código]A companhia mantém participações societárias e realiza aquisições em sociedades relacionadas ao saneamento e a atividades complementares, conforme comunicações ao mercado e reportagens.
Entre as participações divulgadas, a Sabesp é parte em acordo de acionistas referente à Aquapolo Ambiental, empreendimento voltado ao fornecimento de água de reúso, conforme documento contratual publicado pela companhia.[54]
Em 2025, a Sabesp comunicou a celebração de contrato com a Iguá Saneamento para aquisição de ações que, somadas às participações já detidas, totalizariam 100% do capital social de Águas de Andradina S.A. e Águas de Castilho S.A., operação sujeita a condições precedentes, incluindo apreciação do Cade.[55]
Em janeiro de 2026, a imprensa noticiou contrato para aquisição de 90% do capital social da Sanessol (Saneamento de Mirassol), sujeito a condições precedentes, incluindo análise concorrencial.[56]
Governança e administração
[editar | editar código]A Sabesp é uma companhia aberta e adota estrutura de governança típica das sociedades por ações, com órgãos de administração e fiscalização previstos na legislação societária e em seu estatuto, incluindo Conselho de Administração e Diretoria, além de instâncias de fiscalização e assessoramento (como conselho fiscal e comitês), conforme a composição divulgada em sua página de relações com investidores.[57]
No processo de desestatização concluído em 2024, a lei estadual autorizadora estabeleceu diretrizes para o modelo societário e para a governança pós-transferência de controle, incluindo previsão de ação preferencial de classe especial (golden share) de titularidade do Estado e parâmetros a serem incorporados ao estatuto, com impactos sobre matérias específicas e limites ao exercício de voto, conforme o marco legal do processo.[35]
Operação e indicadores
[editar | editar código]A Sabesp atua na prestação de serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário no estado de São Paulo, com operação reportada em parte relevante dos municípios paulistas e atendimento informado de aproximadamente 29,9 milhões de pessoas em abastecimento de água e 27,0 milhões em coleta de esgoto.[4]
Desde 2024, parte da prestação passou a se organizar no arranjo regionalizado associado à Unidade Regional de Água e Esgoto 1 (URAE-1 – Sudeste), com regulação e fiscalização atribuídas à Arsesp e com obrigações contratuais vinculadas a metas e indicadores de desempenho, conforme instrumentos e deliberações publicados e o contrato de concessão divulgado.[9][43][42][51][52]
No âmbito regulatório, as metodologias tarifárias e os ciclos de revisão e reajuste anual são descritos em páginas institucionais do ambiente regulatório e em documentos técnicos do regulador.[53][47]
Finanças
[editar | editar código]Como companhia aberta, a Sabesp divulga demonstrações financeiras e informações periódicas ao mercado. No ITR referente ao trimestre encerrado em 31 de março de 2025, a companhia reportou receita de venda de bens e/ou serviços de R$ 8,416 bilhões no período e lucro líquido de R$ 1,482 bilhão, além de ativos totais de R$ 85,685 bilhões ao final do trimestre, conforme as demonstrações apresentadas no documento.[58]
Os resultados e o tratamento de parâmetros econômico-financeiros associados ao contrato regionalizado (URAE-1 – Sudeste) também são objeto de notas técnicas do regulador, que detalham critérios e premissas considerados em reajustes e na recomposição de equilíbrio econômico-financeiro no modelo aplicável ao arranjo.[47]
Controvérsias e fiscalização
[editar | editar código]Crise hídrica (2014–2017) e questionamentos públicos
[editar | editar código]Na crise hídrica iniciada em 2014 na Região Metropolitana de São Paulo, estudos e reportagens discutiram, além da redução das chuvas, aspectos de planejamento, governança e regras operacionais associadas ao Sistema Cantareira e ao gerenciamento de risco do abastecimento.[28][29] No período, medidas operacionais adotadas para gestão da demanda (como redução de pressão na rede e programas de incentivo à economia de água) foram objeto de debate público, incluindo questionamentos sobre comunicação ao consumidor e transparência de informações operacionais em audiência pública do regulador estadual.[31][30]
CPI municipal e discussões sobre contratos e governança
[editar | editar código]Em 2014, a Câmara Municipal de São Paulo instalou comissão parlamentar de inquérito para apurar contratos firmados entre a Sabesp e a Prefeitura, em meio a queixas sobre prestação de serviços e questionamentos sobre eficiência, fiscalização e governança contratual.[33] O relatório final registrou diligências, análise documental e expedição de ofícios, além de sistematizar temas como perdas de água, condições de hidrantes e obrigações contratuais associadas a investimentos e metas, bem como debates sobre titularidade dos serviços, enquadramento contratual e requisitos previstos no marco legal do saneamento (como a existência de planos de saneamento e arranjos de regulação).[30]
Regulação setorial e controle externo
[editar | editar código]A prestação de serviços pela companhia é submetida a regulação e fiscalização setorial no estado, e, no arranjo regionalizado da URAE-1 – Sudeste, a Arsesp foi formalmente definida como entidade responsável pela regulação e fiscalização do contrato de concessão, conforme deliberações publicadas e documentos contratuais divulgados.[43][42][51]
Ver também
[editar | editar código]- Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo
- Sistema Cantareira
- Projeto Tietê
- Seca na Região Sudeste do Brasil em 2014–2017
- Conselho Administrativo de Defesa Econômica
Referências
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<ref>inválida; não foi fornecido texto para as "refs" nomeadasPrivatizada_G1 - ↑ Erro de citação: Etiqueta
<ref>inválida; não foi fornecido texto para as "refs" nomeadasPrivatizada_GovSP - ↑ Erro de citação: Etiqueta
<ref>inválida; não foi fornecido texto para as "refs" nomeadasDF22 - ↑ a b c d «Demonstrações Financeiras Padronizadas (DFP) – 31/12/2024 – Cia. de Saneamento Básico do Estado de São Paulo» (PDF). Sabesp RI / CVM (via MZIQ). 25 de março de 2025. Consultado em 31 de janeiro de 2026
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Ligações externas
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